nem meu pai parece arrependido de ter patrocinado as minhas primeiras insônias, nem meu irmão parece incomodado em financiar as actuais. por exemplo, hoje, ao me encontrar ainda em pé a afocinhar o vidro da janela da sala às 6 da manhã, ele riu e, batendo com o jornal no meu ombro, disse “tens toda a razão, aprende-se mais em uma noite de insônia do que em um ano de roncos e atividade REM”. desgrudo a cara do vidro. tento simular um sorriso. não consigo. estou estupidamente desarmado. diante deles parece que não tive escolha.
De silvia a 6 de Junho de 2012 às 09:30
Que Sorte !!!!
De Anónimo a 6 de Junho de 2012 às 11:35
At night
When walls start to breathe
And steam rises from the concrete
Between the fingers and under the nostrils;
We search for wrinkled faces,
And cracked hands;
We shout into boxes shut tight,
The echo does not come back;
We raise our hands,
And a shadow doesn’t fall;
No one knocks on the door,
No one passes under the window;
No sound of the woodworm in the wardrobe,
Or the howling of love in adjacent rooms;
We rush to desks and drawers
but find no pictures of the family;
When
We look for a revolver
A knife
Or a noose
And find nothing except the plaster on the wall
Cracking in absolute silence;
We search for our names
And do not remember them;
When
All this happens
At night
In a box shut tight
What do we do?
http://www.youtube.com/watch?v=7Wbv334iAGM
De silvia a 6 de Junho de 2012 às 12:00
adormeço, e sonho ... :)
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